InícioSociedadeQue futuro para as fábricas antigas da Covilhã?

Que futuro para as fábricas antigas da Covilhã?

A recuperação do edifício da antiga fábrica Francisco Mendes Alçada, um empreendimento da responsabilidade do setor privado que pode avançar brevemente, conforme o JF revelou na edição de 25 de janeiro, constituirá, sem dúvida, um caso exemplar num quadro de necessária intervenção e regeneração urbana, em particular dos imóveis abandonados ou em ruínas, disseminados um pouco por toda a cidade, que representam um importante património histórico e arquitetónico ligado à têxtil, indústria que potenciou e celebrizou a Covilhã internacionalmente.

Refazer a sua memória coletiva, enquanto cidade que se distinguiu na indústria dos lanifícios, desde o século XV, ainda constitui uma carência da Covilhã, apesar da obra verdadeiramente notável encetada pela UBI desde as suas origens, na década de setenta, como Instituto Politécnico. O polo principal (I), na zona da Goldra, quase todo constituído por antigas fábricas laneiras recuperadas, representa um esforço extraordinário da UBI na regeneração da Covilhã. Um contributo na preservação do património histórico, arquitetónico e cultural talvez único mesmo no panorama nacional

Mas há muito ainda por fazer. Como?

Todo o artigo na edição impressa do JF.

Romão Vieira