InícioSaúde“Financiamento deve ter em conta os custos da interioridade”

“Financiamento deve ter em conta os custos da interioridade”

A defesa “intransigente” da abertura de vagas para admissão de médicos, a abertura de uma sala de atendimento e tratamento para os casos identificados por “pulseira verde” pela triagem no Serviço de Urgências do Hospital Pêro da Covilhã, a formação contínua dos profissionais, o apoio à investigação e ensaios clínicos, a implementação do Programa EDP Solidária Saúde 2015 que visa o acompanhamento de doentes com insuficiência cardíaca através da telemonitorização e a substituição de alguns equipamentos hospitalares são alguns dos projetos do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) para 2018.

A instituição, que cumpre esta semana 18 anos de existência, recebe para este ano, no âmbito do contrato programa negociado ao longo dos últimos meses de 2017 com o Ministério da Saúde, cerca de 42 milhões de euros, mais dois milhões que no ano anterior, indica o presidente do Conselho de Administração do CHCB, João Casteleiro.

A verba, atribuída na base da produção da estrutura hospitalar (ao contrário das Unidades Locais de Saúde em que o financiamento é calculado em função do número de habitantes), é aquela com que a administração vai trabalhar, embora seja menor do que aquela que pretendia. “Não é suficiente, face ao que queremos e que é o nosso trabalho”, diz João Casteleiro, presidente do conselho de administração do CHCB.

Veja toda a entrevista na edição impressa do JF.

Célia Domingues