InícioCovilhãNovas caras à frente das cinco faculdades da UBI

Novas caras à frente das cinco faculdades da UBI

Os presidentes das cinco faculdades da Universidade da Beira Interior (UBI) estão oficialmente em funções, tendo tomado posse na tarde de quarta-feira. Os eleitos pelos Conselhos de cada uma das faculdades têm pela frente mandatos de quatro anos. As eleições dos últimos dias resultaram na mudança de presidência em todas as faculdades, uma vez que nenhum dos dirigentes cessantes se recandidatou ao cargo.

Na Faculdade de Ciências, Paulo Almeida, professor catedrático do Departamento de Química, sucede a Luísa Amaral, tendo sido candidato único.

Na Faculdade de Engenharia, Sílvio Mariano, professor associado com agregação do Departamento de Engenharia Eletromecânica, foi o eleito para o cargo ocupado por Mário Freire, nos últimos anos. Concorreu ao lugar com Fernando Santos, que também integra o Departamento de Engenharia Eletromecânica.

Na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, a disputa colocou frente a frente duas docentes do Departamento de Gestão e Economia. Helena Alves, professora associada com agregação, foi a mais votada, face a Susana Garrido Azevedo, sucedendo a Pedro Guedes de Carvalho, presidente cessante.

Na Faculdade de Artes e Letras, houve apenas uma candidatura à sucessão de Paulo Serra, corporizada por José Rosa, professor associado do Departamento de Comunicação e Artes.

Verificou-se o mesmo cenário na Faculdade de Ciências da Saúde, com Miguel Castelo Branco, professor associado com agregação do Departamento de Ciências Médicas, a ser o único a avançar para a presidência, substituindo Luís Taborda Barata.

O reitor da UBI, António Fidalgo, manifesta a intenção de ter uma “colaboração ainda mais estreita com as faculdades”, nos próximos anos. Nas palavras que dirigiu aos novos presidentes durante a tomada de posse, lembrou o papel que cabe à comunidade académica da UBI: “Fazer da nossa universidade um empreendimento e uma missão que é parte da nossa vida”.

A UBI está no bom caminho, acrescentou, lembrando que a Universidade ultrapassou pela primeira vez os 7.200 alunos, com 15% de estudantes estrangeiros, e se prepara para abraçar o desafio de captar alunos noutras partes do mundo, nomeadamente na América do Norte. “Quanto mais alunos tivermos, mais capacidade teremos de nos afirmar, não só no espaço lusófono, mas como uma universidade internacional”, salientou.