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Paulo Duarte Em jeito de provocação, há dias questionei numa rede social se a sociedade não se estaria a tornar estupidamente intolerante. A resposta não se fez esperar e alguém propôs a hipótese alternativa de estar “intolerantemente estúpida”, o que me fez pensar. Aparentemente está na moda

Nuno Francisco Muitas vezes, este caminho comum fez-se por entre as longas calendas do desespero e da desesperança. Nada que nos seja muito estranho nesta desenfreada busca por outros amanhãs que nos possam colocar a região num outro patamar de esperança. A realidade que nos conduziu

José Páscoa Como diz José Gil habituámo-nos a pensar, a pensar e a gostar de pensar, e a julgar até que basta pensar para que tudo se resolva. Mas não chega pensar, é preciso agir. Em início de ano é natural, desejável até, estabelecer as metas

Nuno Francisco A recente atualização do preço das portagens em alguns sublanços da Autoestrada da Beira Interior vem novamente lembrar-nos de que quando o sol nasce é para todos. De nascente a poente, esta sensação de justiça de que todos pagam pela mesma medida porque todos 

Manuel da Silva Ramos Morreu um homem que era uma referência na Covilhã. Há homens assim que pelas suas qualidades éticas, sociais, profissionais ou humanas se elevam acima da banalidade da vida. O senhor Barreiros foi um deles pois várias gerações de covilhanenses sempre o consideraram

Nuno Francisco Olhando para o que ficou para trás, alterar algo nesta linha de continuidade que se estende perante nós – e que, naturalmente, não se quebrou com as 12  badaladas que assinalaram a mudança de ano – requer bem mais do que os habituais desejos

Maria Antonieta Garcia É uma imagem de beleza, uma maternidade de ternura imensa, o Presépio! Traçado em 1223, na cidade italiana de Greccio, por São Francisco, sempre lhe soubemos, o Menino, a Mãe, o Pai, a cabana… A ideia terá nascido, quando o Santo lia o

Miguel Nascimento Entrámos num tempo novo, de renovação de esperança para a nossa Beira. É nele que depositamos os desejos de um futuro melhor para o nosso chão de sempre. Não esperamos que tudo se resolva com a passagem de ano e com varinhas de condão

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