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Rui Simão* “São os homens, não as pedras, que fazem a força das muralhas.” Platão É por todos conhecido que vivemos num país de “risco ao lado”. Um país que, de ano para ano, o vai aproximando de uma das orelhas para, assim, repuxar cabelo que tape a

Paulo Duarte O excelente trabalho de representação gráfica da lista de concelhos e freguesias beneficiários do Programa Nacional para a Coesão Territorial (PNCT) a partir da relação anexa à Portaria n.º 208/2017 de 13 de julho, vem pôr a descoberto uma violenta realidade: não só o

Nuno Francisco De aviso em aviso até ao resultado que há de chegar e que todos já pressentimos qual é. A comunidade científica voltou, esta semana,  a lançar um novo aviso à humanidade sobre os danos “irreversíveis” que estão em curso no planeta. O primeiro alerta global

José Páscoa No mundo atual a busca pela melhoria do desempenho, a qualquer custo, é o paradigma reinante. Trata-se, no fundo, de transmitir a todas as áreas do trabalho a cultura criada com a mecanização dos processos de produção industrial. Os países de economia planificada levaram

José Reis*  Portugal é hoje um país territorialmente deslaçado. Muitos dos seus espaços regionais encontram-se profundamente fragilizados económica, social e demograficamente. Estão abaixo dos limiares mínimos que lhes permitiriam manter condições de vida e de atividade económica razoáveis e conservar uma relação positiva com o conjunto

Nuno Francisco Há lugares que não se desenham pela evidência. Há geografias que não se determinam  apenas através de um decreto que as põe no mapa com fronteiras vincadas, nascidas do “soar” de uma  “identidade” supostamente  inquestionável e inquebrantável. Há lugares que existem sem fronteiras  registadas

Manuel da Silva Ramos Castelo  Branco, ano de 1952. É o nascimento de José Manuel Castanheira, um dos mais inventivos e audazes criadores do nosso Portugal de hoje. Para este cenógrafo, reconhecido internacionalmente, tudo começou na Beira, em Escalos de Cima, no grande pátio da casa

Nuno Francisco Fatalidade I: Parte-se do princípio, não se sabe muito bem porquê, de que nunca conseguiremos domar de forma significativa o número de ignições que ocorrem nas florestas e que, por exemplo, permitiram que no trágico dia 15 de outubro o país se visse a

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