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UBI na lista das melhores jovens universidades

A UNIVERSIDADE da Beira Interior (UBI) foi incluída na lista das melhores instituições jovens de ensino superior do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education Young University.

O estudo, que inclui 200 universidades de todo o mundo com menos de 50 anos, foi divulgado quarta-feira e revela que a UBI entrou pela primeira vez para este ranking, conquistando diretamente uma posição entre o patamar 101 e 150.

“Estamos muito satisfeitos porque se trata de um resultado que premeia o trabalho que desenvolvemos ao longo dos 30 anos e também porque se traduz numa responsabilidade acrescida para os próximos anos”, referiu em declarações ao JF o vice-reitor para a Investigação, Paulo Moniz.

Fazendo uma analogia com a classificação para os Jogos Olímpicos, este responsável lembra que agora o desafio é “melhorar e ir o mais longe possível” na conquista de lugares.

O estudo aplica uma fórmula em que se analisam vários indicadores de desempenho como a investigação e produtividade científica, o número de citações em publicações, o ensino e aprendizagem o rácio alunos/número de docentes, o número de anos que os alunos demoram a concluir os cursos, bem como a capacidade de estabelecer parcerias com empresas ou a transferência de conhecimento.

À hora do fecho desta edição, a UBI ainda desconhecia quais as rubricas em que obteve melhor classificação, análise que, todavia, será feita no sentido de realizar uma espécie de diagnóstico para aferir as potencialidades e trabalhar os pontos que possam ter conseguido performances menos elevadas.

“Este é um trabalho que nunca está concluído porque temos sempre o objetivo de progredir”, apontou o vice-reitor para a Investigação, lembrando que esta é a segunda vez que a UBI surge num ranking da Times Higher Education. Em setembro integrou pela primeira vez o estudo global (sem ser centrado na componente jovem) que aponta as 980 melhores academias do mundo, tendo ficado no setor 601a 800.

Distinções que contribuem para o reconhecimento, prestígio e notoriedade, mas que também se podem revelar mais-valias na captação de alunos, investigadores e até para a captação de fundos monetários estruturais.

A lista pode ser consultada aqui.

Catarina Canotilho