InícioSociedadeFalta gente para a apanha da cereja

Falta gente para a apanha da cereja

Falta gente para a apanha da cereja. O problema que afeta também outras culturas agrícolas não é de hoje, mas tem-se vindo a agravar à medida que a área de cerejal da região vai aumentando e que os mais velhos vão abandonando o trabalho. Com os mais novos a procurarem soluções de vida fora do campo ou que não sejam apenas sazonais, os produtores de cereja da região acabam por enfrentar dificuldades para contratarem pessoas que garantam a campanha e recorrem cada vez mais a trabalhadores estrangeiros, bem como a empresas de trabalho temporário.

É o caso de Patrique Martins que tem vindo a aumentar a área de produção, pelo que todos os anos precisa de mais pessoal. Todavia constituir a equipa de 18 pessoas, não foi tarefa fácil, como revelou o próprio ao JF.

Independentemente de se tratarem de homens ou mulheres, Patrique Martins está a pagar 30 euros por dia a cada trabalhador (é o que se está a praticar na região), mas o valor não chega para para cativar trabalhadores.

Toda a reportagem na edição impressa do JF.

Catarina Canotilho