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Politécnico de Castelo Branco escolhido para investigar cuidados paliativos

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O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) assinou um protocolo com a Comissão Nacional de Cuidados Paliativos no âmbito da formação pré-graduada e pós-graduada e na investigação em cuidados paliativos, anunciou hoje a instituição.

Em comunicado, o presidente do IPCB, Carlos Maia, diz-se satisfeito com a assinatura deste protocolo e pelo facto de a escolha da Comissão Nacional de Cuidados Paliativos (CNCP) ter recaído na Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias (ESALD).

“Significa mais um reconhecimento público do trabalho que tem vindo a ser efetuado nesta escola [ESALD] do IPCB nesta área”, sustenta.

No âmbito do protocolo, a ESALD e o Ministério da Saúde comprometem-se a colaborar e a manter um diálogo de interesse recíproco, na formação pré-graduada, na formação pós-graduada, na investigação em cuidados paliativos e em qualquer outra área que se considere relevante.

À CNCP compete coordenar a Rede Nacional de Cuidados Paliativos e estabelecer orientações estratégicas e técnicas no domínio da formação contínua e específica dos diversos grupos de profissionais e voluntários a envolver na prestação de cuidados paliativos.

Carlos Maia realçou ainda o “papel determinante” da atual diretora da ESALD, Paula Sapeta, que desde cedo definiu a área dos cuidados paliativos como a sua orientação científica e nela tendo desenvolvido as suas investigações e efetuado formação avançada.

“Isto levou a que a ESALD tivesse sido a primeira escola, a nível nacional, a incluir nos planos curriculares da licenciatura em enfermagem conteúdos de cuidados paliativos”, frisou.

Recorde-se que a ESALD tem também, desde 2005, formação pós-graduada em cuidados paliativos, estando a decorrer no presente ano letivo a 6.ª edição do mestrado.

Segundo a diretora da ESALD, o curso de mestrado contribuiu até hoje para a formação de um total de 208 profissionais de saúde, dos quais 121 são da região de Castelo Branco, de todas as áreas profissionais, medicina, enfermagem, psicologia, serviço social, fisioterapia, entre outras.

Além de a ESALD continuar a formação pré e pós-graduada, Paula Sapeta sublinha que o compromisso futuro “passa por incrementar a investigação e a formação contínua de outros profissionais, e ainda a realização de projetos conjuntos com as instituições de saúde, na assessoria e pareceres técnicos, a realização de cursos, seminários, simpósios e conferências”.