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22 Nov 2011,
12:59h
Confraria vai apoiar investigação sobre o azeite – c/som
A tibórnia do ano e a entronização de 9 novos confrades marcaram as cerimónias de mais um capítulo na vida a Confraria do Azeite. O organismo criado, há sete anos, por Francisco de Almeida Lino, prepara-se para abraçar novos projectos e no ano lectivo 2012/13 deverá apoiar doutoramentos e mestrados sobre novas abordagens científicas ao azeite.
“Promover bolsas de estudo para mestrados e doutoramentos” de investigação relacionados com o azeite é uma das apostas da Confraria do Azeite para o próximo ano. “Pretende-se que a investigação fique ao serviço dos lagares e dos olivicultores”, explicou o chanceler Davide Fonseca. A medida deverá entrar em vigor no ano lectivo de 2012/13 e carece de disponibilidade financeira. Para já a Confraria do Azeite vai entregar um prémio monetário a três antigas alunas da Escola Secundária do Fundão que realizaram um trabalho de investigação sobre como travar a mosca do olival, sem produtos químicos. Vanessa Garcia, Marta Silva e Ana Sofia, orientadas pela professora Maria João Baptista desenvolveram, no último ano escolar, um trabalho científico que aponta caminhos para o “combate à mosca do azeite sem recorrer a pesticidas.” O prémio de 90 euros marcou a cerimónia de adesão de novos confrades, tendo igualmente sido entregues os prémios do concurso de gastronomia “Tibórnia do Ano”. Constituída há sete anos a Confraria do Azeite reúne “aproximadamente 120 confrades”, entre os quais Paulo Portas, Jaime Gama, Nuno da Câmara Pereira ou José Nuno Martins. Num futuro próximo a Confraria pretende estabelecer novas parcerias com “os olivicultores de Moura e Barrancos e eventualmente com os olivicultores de Trás-os-Montes, pois já estabelecemos os primeiros contactos”, esclarece Davide Fonseca.
Por:
Dulce Gabriel
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