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23 Ago 2010,
15:33h
Castelejo prepara Santa Luzia- c/som
Já falta pouco para o feriado municipal do concelho do Fundão e para a maior romaria da Cova da Beira. As festas são dias 14 e 15 de Setembro e a Irmandade de Santa Luzia está a trabalhar na limpeza do recinto e na manutenção de alguns equipamentos que integram o “santuário” do Castelejo. Separar o profano do religioso é um dos objectivos do grupo de trabalho.
A menos de um mês da maior romaria da Cova da Beira, a Irmandade de Santa Luzia, no Castelejo, prepara a próxima edição da mais importante festa religiosa do concelho do Fundão e no último sábado era visível o trabalho já desenvolvido pelo grupo de dez mordomos da festa e outros tantos voluntários, na sua maioria jovens do Castelejo, que se juntaram ao grupo com o objectivo de limpar o recinto das festas e a Capela de Santa Luzia. Além dos trabalhos de manutenção que antecedem qualquer romaria, no Castelejo a Irmandade de Santa Luzia tem vindo a realizar alguns melhoramentos que “darão maior comodidade a quem nos visita”, explicou António Filipe das Neves. O Juiz da Irmandade de Santa Luzia assegura que houve um investimento em novas áreas calcetadas,”nomeadamente no percurso onde vai passar a procissão e que é agora em paralelos”. No âmbito da remodelação do recinto foram também introduzidas algumas alterações no espaço destinado à venda ambulante. “ Os feirantes que até aqui ocupavam grande parte da área de acesso ao santuário, criando constrangimentos na procissão, foram concentrados nas proximidades do restaurante principal da festa e nos lugares devidamente marcados, vão caber os cerca de 150 feirantes. No novo recinto da feira foram colocados sete postos de água, dois candeeiros de iluminação”, num investimento global de cerca de 30 mil euros. Os melhoramentos no recinto de Santa Luzia contemplaram ainda algumas pinturas na capela de Santa Luzia e nas escadarias do santuário e que dão acesso às outras capelas de Santa Eufémia, São Bento e Nossa Senhora das Dores que “nos próximos anos queremos também melhorar”, acrescenta António Filipe Neves.
Por:
Dulce Gabriel
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