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Fundão reforça projeto que “cria” programadores informáticos

academia de codigo

A Câmara do Fundão anunciou esta sexta-feira que vai reforçar a aposta no projeto de reconversão profissional “Academia de Código”, iniciativa que também passou a contar com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Instituto de Emprego e Formação Profissional. (IEFP).

“Pretendemos realizar mais nove ‘bootcamps’, ou seja, aumentar muito mais o número de pessoas que possam frequentar este programa”, disse o presidente da Câmara, especificando que o “objetivo mínimo” é abranger pelo menos mais 200 pessoas durante os próximos três anos.

Paulo Fernandes falava no âmbito da visita de acompanhamento realizada hoje pelos novos parceiros sociais deste projeto, que visa a reconversão profissional e qualificação de pessoas das mais diferentes áreas de formação para a área da programação e código em novas tecnologias de informação.

Lançado numa cooperação entre a autarquia fundanense e uma ‘start-up’, o programa foi desenvolvido entre as cidades do Fundão e Lisboa. No último ano, abrangeu 60 pessoas, que foram todas integradas no mercado de trabalho. Além disso, já estão a ser realizados mais dois “bootcamps” com cerca de 20 pessoas cada.

Paulo Fernandes considerou que a integração da Fundação Calouste Gulbenkian e do IEFP enquanto entidades parceiras do projeto permite “reforçar a credibilidade do projeto”.

Segundo especificou, a Gulbenkian entra como coinvestidora no projeto, estando previsto que o município e a instituição realizem um investimento inicial de 150 mil euros, cada.

Um valor que deverá ter retorno a 100%, através do programa “Portugal Inovação Social”, cuja candidatura já foi realizada, contando com o selo do IEFP.

Na próxima edição impressa, o Jornal do Fundão vai publicar uma reportagem com os rostos e as histórias de pessoas de vários pontos do país que mudaram de vida com a Academia de Código do Fundão.