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Histórica banda britânica em Gouveia

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Depois de não se ter realizado em 2016, este ano o Gouveia Art Rock está de volta, estando agendado para os dias 6 e 7 de maio. Os britânicos Jethro Tull são a atração principal.

“O maior festival de rock progressivo realizado em Portugal regressa em 2017, com a presença já confirmada dos Jethro Tull”, adianta a Câmara Municipal de Gouveia, referindo que “está a concluir a programação integral do evento, que será divulgada brevemente”.

O grupo Jethro Tull adianta na sua página oficial na internet que atuará em Gouveia, no dia 07 de maio.

A autarquia de Gouveia esclarece que a compra de bilhetes só será possível a partir da apresentação do programa integral do festival.

A compra de bilhetes será feita ‘online’, através “um pedido de reserva”, a ser confirmado pela organização, com a indicação do método de pagamento. Os ingressos podem ser enviados pelos CTT ou levantados na bilheteira do Teatro Cine de Gouveia, de acordo com a autarquia.

Gouveia é, até agora, a única etapa em Portugal, na digressão dos 50 anos da banda do escocês Ian Anderson, de acordo com a sua página na internet.

Com início marcado para próximo dia 17, na Eslováquia, a digressão vai passar pela Hungria, Roménia, Ucrânia, Lituânia, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, antes de Portugal.

Alemanha, Espanha, Noruega, Finlândia, Bélgica e República Checa seguir-se-ão ao concerto na Serra da Estrela, nos meses de junho a setembro.

Formados em 1967, os Jethro Tull destacaram-se em particular na década de 1970, com álbuns como “Aqualung” (1971), “Thick as a Brick” (1972), “War Child” (1974) e “Songs from the Wood” (1977).

Discos posteriores, como “Under Wraps” (1984), “Rock Island” (1989), “J-Tull Dot Com” (1999) e “The Jethro Tull Christmas Album” (2003) testemunham a atividade da banda.

O Gouveia Art Rock é um festival anual de música progressiva que se realiza nesta cidade, desde 2003.

Nas edições anteriores levou ao palco do Teatro Cine “nomes incontornáveis da cena musical internacional de vanguarda das últimas quatro décadas” como Peter Hammill, Robert Fripp, Magma, Amon Düül II, Richard Sinclair, Guy Pratt, Musica Nuda, Pat Mastelotto & Markus Reuter (Tuner), Univers Zero, Arena, Present, Lars Hollmer ou Miriodor.