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Nuno Francisco A SOLIDÃO é o grande tormento que vagueia por estas ruas. São lugares caiados a ausência, a sentimento de perda que se carrega sobre as vestes enegrecidas. Elas próprias são silêncio de passo curto e pesado, desfilando por entre o empedrado. É o eco

Manuel da Silva Ramos NOS tempos que correm, em que reina o narcisismo mais patético e a indiferença mais doentia, a presença de alguém atento como António Fernandes, cronista da nossa Beira, reconforta-nos e deixa-nos tranquilos. É que assim estamos seguros que os mais pequenos acontecimentos

Francisco Pimentel O ASSUNTO deste texto já foi objecto de reflexão nesta coluna. Todavia, a importância da questão – que não a dos seus protagonistas – obriga, a que ela, neste momento concreto, volte. Miguel Sousa Tavares não é – vá-se lá saber porquê – um dos

Nuno Francisco NÃO deveríamos deixar passar em claro a entrevista que o comissário europeu dos Direitos Humanos Nils Muiznieks deu ao Público. Isto por duas razões complementares: a primeira, porque o que ele diz na edição de terça-feira deste diário, deveria ser demasiado óbvio para ainda

Manuel da Silva Ramos QUE o Teatro das Beiras se tenha voltado ultimamente para as escolas (secundária e básica), para atingir um público virgem que olha para o teatro como um território maravilhoso cheio de magia, de emoção e conhecimento, é uma aposta formidável e um

José Páscoa O SERVIÇO militar obrigatório e o serviço cívico acabaram efetivamente em 2004. Alguns países europeus estão atualmente a equacionar seriamente o retorno do serviço militar, em face da falta de voluntários e da falta de ligação dos jovens para com o seu país. Numa

Nuno Francisco NÃO deixa de ser absolutamente extraordinário que se continue a insistir no disparate de usar a demografia como arma de arremesso político. Insistimos em não aprender nada e continuar a navegar no mesmo erro básico: que esta poderosa dinâmica que nos fustiga se pode

Nuno Francisco HÁ IMAGENS que se colam como se de uma segunda pele se tratasse. São um derivado requintado do preconceito, de um paternalismo a puxar pela comiseração. De quando em vez, o “Interior”sobe à primeira linha do debate nacional, altura em que se lançam debates

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