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Ecofestival em Idanha-a-Nova ajuda a salvar animais

O Ecofestival Salva a Terra decorre de 22 a 25 de junho, em Idanha-a-Nova, conta com a participação de 150 artistas e as receitas revertem a 100% para o Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Castelo Branco (CERAS).

O evento bienal que vai na quarta edição é organizado pela associação ambientalista Quercus, União de freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo e pelo município de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco.

“As receitas obtidas revertem efetivamente a 100% para o CERAS, fazendo do Ecofestival Salva a Terra o seu principal mecenas. Com a edição de 2015, conseguimos angariar fundos para recuperar 400 animais”, refere a Quercus.

O festival é composto por inúmeras atividades que vão desde os concertos, ‘workshops’, percursos interpretativos, observação de vida selvagem, conferências, cinema documental e animação diversa.

“O Salva a Terra é um Eco Festival 100% ‘pro-bono’, no qual toda a organização, artistas, formadores, guias e restante equipa trabalham de forma voluntária em prol da preservação de algo que é de todos nós, a biodiversidade”, lê-se no documento de divulgação.

Para além dos concertos nos quatro palcos, irá haver teatro e animação de rua, sendo que a organização conta ainda com uma intervenção do artista plástico, Bordalo II e uma exposição da ‘Plasticus Maritimus’.

As manhãs dos quatro dias do festival começam com atividades de yoga, concertos meditativos, diversos ‘workshops’ e oficinas para as famílias.

A edição de 2013 do Salva a Terra ganhou o prémio de festival mais sustentável no Portugal Festival Awards, um prémio que reconheceu o esforço da organização.