InícioBelmonteO belmontense que esteve na linha da frente por Timor

O belmontense que esteve na linha da frente por Timor

Luís d’Elvas integrou a comitiva que em 1992 foi até águas indonésias no sentido de alertar o mundo para o massacre de Díli. Uma aventura incrível, recorda

“FOI a causa da minha vida. Nunca mais farei algo dessa dimensão.” É assim que Luís d’Elvas resume, 25 anos depois, a participação na viagem do barco Lusitânia Expresso, que em marco de 1992 foi a águas indonésias afrontar as autoridades locais e sensibilizar a opinião pública mundial para o sofrimento do povo de Timor-Leste.

O agora professor belmontense era naquela altura dirigente estudantil (Politécnico da Guarda) e foi o único beirão na corajosa comitiva de 120 jovens, jornalistas e algumas personalidades, como Ramalho Eanes. A Universidade da Beira Interior também estava representada, mas por um estudante madeirense.

Todo o artigo na edição impressa do JF.

Filipe Sanches